Os cardeais de todo o mundo
estão reunidos na Capela Sistina para o conclave que vai escolher o próximo
papa, sucessor de Bento XVI. O processo de escolha e votação acontece de portas
fechadas
Todos os candidatos a papas
foram a Sistina em procissão, e lá ficaram até a decisão prevista para essa
terça-feira (12).
Foi cantando as músicas italianas
e orando para o espírito santo que fizeram a procissão.
De acordo com a Constituição
apostólica, os cardeais devem manter sigilo e foi por isso que fizeram
juramentos, com a mão sob o evangelho, confirmando o compromisso com o
silencio.
Para ser o eleito, é
necessário que receba mais de dois terços dos votos. Caso saia fumaça branca na
primeira votação um novo pontífice será escolhido, se a preta aparecer nada
acontece e então o conclave continua na quarta-feira que prevê duas votações.
Bárbara Conti

É impressionante que existe uma forte e verdadeira ligação entre a religião e a política. Essa eleição entre os cardeais dos 4 cantos do mundo para decidirem quem será o novo Papa pode ser comparada com uma eleição presidencial, por exemplo. Há pessoas votando para decidir o futuro de alguém que intervirá na nação mundial! Tudo tão democrático e organizado que até confundimos com uma câmara (só que menos corrupta).
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